Hora
da despedida. O portão que dava para a rua ficava em um corredor... nos
beijávamos. Ele sempre apressado, e eu louca por brincar um pouquinho, fato que
o deixava irritado e o fazia ir embora ainda mais rápido. Eu insistia com as
provocações e, dessa vez, apesar das frases rotineiras de insistente despedida,
ele fez o meu jogo. Me suspendeu em seus braços e me encaixou em si, entrando
em mim com rapidez, por baixo do meu vestido... a gente sempre está pronto!
Indo
além do que eu imaginava, me carregou até a moto, parada bem ali, sentou-me no
banco sem sair de dentro de mim, e começou aquilo que sabia fazer tão bem... me
deixar louca! Entrava e saia de mim enquanto a moto gemia por nós. Como era bom
senti-lo ali dentro... tocar seu corpo, ver seu desejo e principalmente fazê-lo
vibrar de prazer. Mais algumas idas e vindas e ele se derramava pra mim... e eu
me sentia plenamente realizada por encontrar ali tudo e, muito mais do que eu
poderia sonhar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário